sábado, 20 de setembro de 2014

Resenha-Sociedade da Caveira de Cristal

Voltei! Com mais uma resenha e dessa vez é do livro Sociedade da Caveira de Cristal, bem esse livro é mais uma daqueles que você ganha da escola no final do ano e deixa pegando poeira em algum lugar da casa, mas tomei coragem para ler depois que uma amiga me recomendou, vamos a sinopse.


Ficha Técnica:
Autor: Andréa del Fuego
Editora: Scipione
Páginas: 182
ISBN: 9788526267633
Nota: 7


"Tenho pai e mãe. Parece óbvio, mas conheço gente que não tem um nem outro. É que estamos debaixo de uma chuva viral. Viral de vírus, de gripe, de epidemia. Assustador? No começo foi mais. Eu tô na minha, não fico viajando nisso. (...) Tá, eu tenho medo também. A diferença é que eu consigo pensar em outra coisa. Fico no computador, que é onde levo minha vida. Piro em jogos de rede, neles a gente arruma parceiros virtuais ou reais. O próprio jogo simula um parceiro, ou você combate alguém, um ser humano que vive em algum lugar do planeta, que tem um apelido e nunca vai aparecer em sua casa. (...) Gosto disso. Assim ninguém vê a minha cara também."
                           

No início do livro é apresentado o personagem Vitor um adolescente de apenas 13 anos, magro, tímido, usa óculos e que adora passar o tempo no computador. Que por meio da sua amiga Samara descobre um jogo na Internet - o Skull, jogo esse que acaba lhe aproximando de Samara e traz à lembrança do seu avô. O livro conta de forma bem-humorada e com um pouco de suspense um enredo no qual tudo pode acontecer.  Num simples comentário na quadra do colégio Samara conta a Vitor que seu irmão Mateus desapareceu por 13 dias e ele estava no Skull. Esse jogo era online e que a partir de uma fase eles continuam jogando dormindo através de um dispositivo visual.

O livro é dividido em 4 partes e cada uma delas vem com uma ilustração referente aos acontecimentos dela, bem feitas por sinal. Os capítulos são bem curtos e isso, na minha opinião, deixa a leitura mais rápida, a autora soube muito bem se expressar como um garoto de 13 anos, a linguagem foi bem informal e de fácil compreensão para o leitor, principalmente se ele for uma pessoa de 13 anos.



Não consegui para de ler até descobrir a verdade, o livro é um pouco misterioso e cheio de surpresas. O mundo real e o virtual estão totalmente ligados e cabe a Vitor descobrir o que é certo e o que é errado. Mas é claro como é um livro para um público infantil acontece algumas coisas meio nonsense mas aceitáveis até, afinal, é uma fantasia.



Bem esse livro é para ser lido em um final de semana ou quando tiver algum tempo de sobra, ele é bem viajado em sua história, não conseguia simplesmente parar de ler. É aquele tipo de livro que você pega quando não tem nada para fazer, e acaba se divertindo com uma leitura rápida e dinâmica.
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